Não se pode descuidar da imagem nem em “Certos Momentos”

01/09/2011

No último domingo, 28/08, a colunista da Folha de São Paulo, Danusa Leão, escreveu um artigo intitulado “Certos Momentos” no qual, em síntese, descreve que, em um sábado de sol, após cumprir uma lista de afazeres nada glamurosos, foi almoçar sozinha em um restaurante de comida baiana. Degustando um acarajé e uma caipirinha, percebeu a cara de espanto e “piedade” dos grupos que ocupavam outras mesas, por ver uma mulher almoçando sozinha em um dia lindo como aquele.

 Para ela, aquele era um momento de felicidade, ainda que ela não estivesse sorrindo! Conclusão: para a autora “ficou combinado que quem sorri muito, ri muito, gargalha muito é mais feliz do que os sérios, mas não sei se para viver bem -e não estou falando de felicidade- é mesmo fundamental estar sempre rindo”.

 Até concordo um pouco com a Danusa… mas isso apenas reforça que, ao encontrarmos alguém e formarmos nossa primeira impressão, fazemos um julgamento profundo dessa pessoa a partir de elementos superficiais – entre eles a expressão facial! Independente de estarmos certos ou não, convertemos o outro naquilo que julgamos nesses poucos segundos iniciais da interação. Não nos relacionamos com o  outro como ele é ou como se vê, mas sim através da nossa percepção. E este julgamento  determina o grau de abertura que daremos para esta pessoa e também o tipo de  comunicação e relacionamento que iremos estabelecer com ela.

 Nós não temos escolha quanto ao fato das pessoas formarem sua primeira impressão sobre nós, mas podemos escolher como seremos percebidos e a impressão que queremos causar. Por isso precisamos estar atentos e devemos aprender a gerenciar nossa imagem, para que nossa linguagem verbal e não-verbal estejam alinhadas e você não deixe seu interlocutor “confuso”, sem saber o que de fato você está comunicando!

 A expressão facial é um dos elementos-chave da comunicação não-verbal, e se traduz pelo contato visual e pelo sorriso, ou seja, fazem com que as pessoas formem um juízo de valor sobre nós! Por isso as pessoas, naquele restaurante, entenderam a colunista como solitária e triste… essa foi a percepção dos grupos em relação a ela.

 Isso é apenas um exemplo da importância do gerenciamento da imagem pessoal em nossas vidas. Imagine o impacto de um julgamento negativo em relação à sua imagem na sua vida profissional! Você corre o risco de ter a percepção em relação à sua competência e habilidades afetada! O resultado disso? Se você aprender a gerenciar sua imagem corretamente, nunca precisará saber!

Foto: reprodução

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