Aconteceu ontem a inauguração da primeira loja da estilista Cris Barros no shopping Iguatemi, com cocktail na própria loja e festa, no Lounge One, com discotecagem das DJs Lara Gerin e Jana Rosa. Entre os convidados, Luana Piovani, Marina Lima, Isabella Fiorentino, Camila Espinosa e Costanza Pascolato, entre outros.

 

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Minha dica para esse final de semana é o Biondi (R. Pedroso Alvarenga, 1026, Itaim Bibi, Tel.: (11) 3078-5273), restaurante italiano recém aberto pelo chef Bruno Previato e o ator Caco Ciocler. Formado pela escola suíça de hotelaria Les Roches e depois de trabalhar por onze anos na Europa, o chef decidiu voltar ao Brasil e abrir o seu próprio restaurante, inspirado no La Pergola, de Roma, que recebeu três estrelas no Guia Michelin e é comandado pelo prestigiado alemão Heinz Beck, mestre de Bruno e também do jovem chef italiano Rodolfo de Santis, convidado para pilotar os fogões do Biondi.

O projeto arquitetônico é assinado por Márcia Andréa, do escritório 2Buy, que criou um ambiente moderno e aconchegante. Com fachada de tijolos aparentes e grandes janelas de vidros, a iluminação é de luz natural durante o dia. À noite, a iluminação confere clima intimista e sofisticado ao restaurante.

No menu, entradas como o Camarão grelhado com aspargos e creme de ervilhas frescas, o Tartar de atum, com endívias, laranja e redução de balsâmico e a Caprese Biondi, feita com mussarela de búfala, espuma de manjericão e tomate pera. Há massas e risotos, como o Ravioloni de lagosta, manteiga de crustáceos, limão siciliano e hortelã, o Tortelli de rabada e pecorino e o Risotto de Porccini com creme de taleggio e pignoli.


Há, ainda, carnes e peixes apetitosos, como o Filet mignon e sua glacê com alcachofra “alla Romana” e batatas rôti e o Robalo ao creme de limão siciliano e manjericão roxo, aspargos e tomate cereja. Para a sobremesa há opções como o Tiramisú e a Granita Siciliana com consommé de frutas do bosque e flores que, segundo o chef, é uma receita especial que aprendeu com a “nonna”.

A carta de vinhos traz cerca de 90 rótulos, em especial italianos e franceses, além de opções da Argentina, Brasil, Chile e Portugal.

Lembra que divulgamos em setembro o lançamento do jeans X-Fit, da Calvin Klein? Aquele que prometia ser…“milagroso”,  fazendo com que a pessoa parecesse mais magra?

Há alguns dias, ninguém menos que Gisele Bündchen foi flagrada vestindo seu exemplar, no aeroporto de Miami. A calça é linda e suuuuper justa, quase uma legging (que, por ser confeccionada com fios ultra tecnológicos, se molda ao corpo e cria “memória” da anatômica).

E, finalmente, as peças chegam às lojas brasileiras da Calvin Klein no final de outubro!

Lipgloss must have

18/10/2010

Para as baladeiras de plantão – e para as que não abrem mão de novidades – o lançamento da estação é o Prodigy Lipgloss, da Hourglass Cosmetics.

O Prodigy é um batom cremoso que vem em uma embalagem que imita um ip0d, ou seja, cabe em qualquer bolso sem marcar nadinha, mesmo que seja uma calça super skinny, e em qualquer mini clutch, por menor que seja. Ou seja, perfeita para as baladas e festas de gala…

São 6 cores (que você pode conferir no site da marca). Mas, infelizmente, não está à venda no Brasil, por enquanto só na Barneys!

Esmaltes Mash, King Kong, Midnight Express, Zulu e Full Metal Jacket, da Nars

 

A Nars, marca de cosméticos super bacana mas que infelizmente não é vendida no Brasil, lançou uma edição limitada de esmaltes para o outono-inverno do hemisfério norte. Chamada Vintage Collection, é composta por cinco tons que fizeram parte de coleções passadas.

Os nomes dos vidrinhos são inspirados em filmes clássicos: Mash (lançado em 1996), King Kong (lançado em 1996), Midnight Express (1996), Zulu (1996) e Full Metal Jacket (1998). O preço de cada vidrinho é  US$ 16 (cerca de R$ 32).

Um dos destaques da Semana de Moda de Londres, a grife Peter Pilotto assinou uma coleção especial para a marca de bolsas belga Kipling, que acaba de chegar às lojas do Brasil.

Os sócios da grife, Peter Pilotto e Christopher De Vos, ganhadores do prêmio de Talentos Emergentes da Moda 2009, integraram a equipe da Kipling para criar a coleção de outono inverno 2010. A linha desenvolvida por eles é toda inspirada em viagens intergalácticas, com estampas futuristas em bolsas, totes, mochilas e carteiras. E, claro, estão presentes as cores fortes e estampas, típicas da Kipling.

A estrela da campanha é a top belga Anouck Lépere (foto).

Minha dica para esse final de semana é o Bistrô Charlô (Rua Barão De Capanema, 440 – Jardim Paulista – Tel. (11) 3087-4444). Do restauranteur Carlos Whatley, o Charlô, a casa já funciona há mais de duas décadas e, recentemente, teve o comando de sua cozinha compartilhado com um novo chef, o francês Marc Le Dantec, convidado pelo proprietário para introduzir novidades no menu. O restaurante começou como um típico bistrô francês mas, após tantos anos, foi se afastando um pouco do perfil francês, porém sem deixar de lado o charme que o consagrou.

Com um salão amplo e acolhedor, a casa tem projeto arquitetônico de Arthur de Mattos Casas e a decoração de interiores de Esther Giobbi. O ambiente é predominantemente composto com madeira antiga, amplas janelas e mesinhas na calçada.

Ao lado de clássicos da casa, entre eles o bacalhau à brás, o chef  faz o duo de camarão e polvo guarnecido de alho japonês nirá, ervilha-torta, trigo em grão e compota de tomate. Há também a galinha- d’angola recheada de pera com  molho bechamel e aspargo.

Para a sobremesa, boas opções como a surpresa de framboesa, um biscoito de chocolate com ganache de chocolate 70% de cacau, uma bolinha de chocolate branco e musse de framboesa. A carta de vinhos é bem elaborada, contemplando rótulos do velho e novo mundo.

Pois é… desde o início dos anos 2000 os estilistas estão, como dizem, “reinterpretando” a moda de décadas passadas. Tivemos uma overdose de anos 80 e agora entramos na fase de reinventar os anos 50, 60 e 70. E dá-lhe o ladylike ao lado do hippie, período de revival total. Mas como fazer isso no nosso dia-a-dia? Sim porque convenhamos… não dá para ser totalmente lady e ir ao supermercado, totalmente hippie e ir ao trabalho!

A história é a seguinte: vou usar a parte que me interessa, adotar a tendência dentro do meu estilo pessoal e de viver. Aí pego a saia godê e encurto um pouquinho, coloco com uma sandália mais pesada; adoto a calça capri – só que de couro, tecido da vez, super explorado por um sem número de grifes nacionais e internacionais. Dos anos 70 adoto a boca de sino – os caftãs só na praia, my dear!

Um toque fluo aqui, um toque de “bicho” ali… vou tirando a naftalina do look e trazendo ele mais perto do meu cotidiano. Sim, porque os looks clássicos são eternos, mas o toque contemporâneo tem que estar sempre presente, com a cara do dia-a-dia das cidades urbanas.

 

Proenza Schouler primavera/verão 2011

 

 

 

Tory Burch - primavera/verão 2011

 

Parece que todas as semanas de moda da primavera-verão 2011 queriam chegar num mesmo ponto: Yves Saint Laurent, que foi homenageado com uma exposição retrospectiva (terminou em agosto) e um documentário. Todas elas, de Nova York, com Marc Jacobs, passando por Milão, até chegar em Paris, pareciam ter o mesmo clima, o mesmo tom…

Após uma temporada de outono-inverno 2010/11, pautada na moda dos anos 50, cheia de romantismo (o retorno do ladylike!), vimos as coleções de primavera-verão 2011 serem dominadas por uma certa androginia, como as musas da Givenchy e os misteriosos modelos de Tom Ford (por enquanto só visto nos croquis pelos “simples mortais”). E, claro, tudo parecendo levar à Yves Saint Laurant e o clima 70’s que pautou grande parte das coleções. As passarelas, então, trouxeram itens do vestuário masculino, a imagem da mulher sedutora porém andrógina.

Um exemplo é o terninho, criado por Yves, em 1971, e que depois se transformou e teve um sem número de releituras feitas por ele mesmo. Nessa temporada, vimos o smoking nas passarelas de Balenciaga e Givenchy. Outro exemplo está nas transparências, sempre em tons escuros, arma de sedução velada feminina!

Aliás, falando nas cores escuras, ele, o preto, continua imbativel, e retoma seu posto após várias temporadas repletas dos tons nude, pastel e outros clarinhos. Mas esse preto… é “o” preto, salpicado de cor, ou com transparência e brilho. Também foi o revival da saharienne, egressa da coleção safári de Yves Saint Laurent, como mostrou Marc Jacobs em seu desfile “so 70’s”.

Foi uma temporada de ombros e pernas à mostra, com muita frente-única e fenda, nesse jogo de sedução velada, comme il faut. Uma sensualidade chique, que pressupõe uma mulher elegante, que sabe de onde veio e onde quer chegar. E as plumas… ah, as plumas de Laurent, pitada de romantismo resgatada por Chanel e – quem diria – Alexander McQueen. E vimos os comprimentos longos dos anos 70, em peças cheias de movimento, com “aquelas” fendas do jogo de mostra-esconde…

As cores, além “do” preto, são vivas, indo do pink, ao verde, laranja, roxo, em tons mais escuros e opacos, tais como desfilados por Paloma Picasso e Gucci. Para completar o look, um bonito olho escuro esfumado, cabelos presos e bocão, pintado de vinho bem fechado!

Minha dica para esse final de semana é o La Dolce Vita (R. Chedid Jafet, 131 (Vila Daslu), Vila Olímpia, tel. 3044-3517), restaurante aberto há um mês no andar térreo da Villa Daslu. Em ambiente moderno, traz referências dos anos 50, com imagens do filme e da decoração da época, além de elementos de op e pop art. Tem uma agradável área com mesas ao ar livre. A cozinha é basicamente italiana, de acabamento refinado, num cardápio reduzido, mas expressivo.

Quem cuida da casa é a simpaticíssima jornalista paulista Lais Taliberti, 23 anos, ao lado do chef Fernando Souza que, após estudar design de interiores na Califórnia e trabalhar como cenógrafo de cinema, mudou-se em 2000 para Nova York para dedicar-se à gastronomia, onde estudou culinária e trabalhou em restaurantes (ficou três anos no Perry St., do chef Jean-Georges). No Brasil, trabalhou no Le Marais, no Emiliano e no L’Atelier.

No almoço, há um menu executivo que compreende duas opções de entrada e de sobremesa e três de prato principal. À tarde, a casa funciona como um lounge de tapas e aperitivos, quando os clientes escolhem suas bebidas e têm à disposição petiscos para acompanhá-las (pagam somente os drinques).

No jantar, o menu à la carte é curto, porém muito atraente atraente. Como entrada, há opções como o gostoso duo de tartares (salmão e filé-mignon), o polvo grelhado, o carpaccio ou o arancini (bolinho de arroz). Para o prato principal, há duas massas (rigatoni à carbonara e o tagliatelle de menta com ragu de cordeiro), dois risotos (o de endívias e funghi e o de presunto e aspargos), um peixe (robalo com brandade) e uma carne (filé-mignon com molho ao Barolo e trufa).

Para sobremesa há opções como o cheesecake de mascarpone, o semifreddo de chocolate e a panna cotta com compota de morango.


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